
Escrever, compor musica, fotografar, digitalizar alguns desenhos, filmar e fazer pequenos clips, contar histórias, reais ou inventadas, conversas escutadas, dar uma opinião, fazer jornalismo de cidadão, partilhar um saber, uma lista de livros ou de músicas, tudo isso e mais, com a possibilidade de feedback quase instantâneo, é tão facilitado hoje pela quantidade de ferramentas disponíveis que chega a ser ridículo. Gostaria de ter tido toda essa tecnologia disponível na minha adolescência.
2 comentários:
Havia:
máquina de escrever e a maldita fita correctora. Horas para escrever uma página sem erros.
lápis e borracha
gravador e cassete
máquina fotográfica "analógica" (daquelas com rolo!)
com sorte uma câmara de filmar super 8
o spectrum 48k e uma impressora cuja impressão resistia um ano (isto já fora da adolescência).
O destino das "obras": a gaveta.
Um adolescente nos anos 70 do século passado.
Boa descrição. Era exactamente assim. Ainda deverão haver gavetas dos anos setenta cheias de bom material, esquecido algures.
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