
A obamania ainda não me contagiou. Barack Obama fará alguma da sua mudança dentro dos Estados Unidos mas na política externa, que é a que nos interessa, nada deverá mudar. Tal como os americanos, os europeus também procuram um man ou woman of destiny e na falta de um dos seus, colocam os olhos confiantes no lado de lá do oceano, chegando mesmo a desculpar-lhe qualquer coisinha, como a nomeação de Biden para vice-presidente, cuja escolha evidencia a continuação do status quo. Teve de ser, dizem, se ele quer ganhar tem de escolher gente do establishment. Pois claro que tem, porque o establishment não o deixa mudar nada, incluindo as suas escolhas. O
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