Não tenho nada contra a ideia de o estado ajudar as famílias para que os pais possam acompanhar mais os filhos, sobretudo agora que o governo parece mais empenhado em reduzir o tempo que passam com eles, mas defender que essa ajuda se destine às mulheres é passar um atestado de incapacidade parental aos homens. Indignam-se, e bem, com as palavras de Manuel Monteiro de Castro que considera que ser educador é uma função essencial da mulher, pelo que deve ficar em casa a educar os filhos e ter tempo para ouvir o marido.
Não é todos os dias que ouvimos um coro de homens protestar contra a ideia de que o lugar da mulher é em casa e, ao mesmo tempo, exigir que lhes seja reconhecido o seu papel de pais e educadores em pé de igualdade com o das mães. Se há alguma coisa nesta história que nos deva honrar é esta atitude e nunca a nomeação de Manuel Monteiro de Castro para uma coisa onde não somos tidos nem achados, diga Paulo Portas o que disser.
Não é todos os dias que ouvimos um coro de homens protestar contra a ideia de que o lugar da mulher é em casa e, ao mesmo tempo, exigir que lhes seja reconhecido o seu papel de pais e educadores em pé de igualdade com o das mães. Se há alguma coisa nesta história que nos deva honrar é esta atitude e nunca a nomeação de Manuel Monteiro de Castro para uma coisa onde não somos tidos nem achados, diga Paulo Portas o que disser.

