terça-feira, 28 de junho de 2011

medíocre

Sonho com línguas que nunca ouvi mas que, estranhamente, percebo perfeitamente enquanto durmo e logo esqueço mal acordo; ou sinfonias extraordinárias que me amparam os sonhos e desaparecem mal se descolam as pestanas. Se eu fosse sonâmbula poderia apontar tudo enquanto durmo, fazer uma cábula na palma da mão. É uma tragédia lembrar-me apenas do que é medíocre. Pior, ainda, é gostar da palavra medíocre.

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