sábado, 8 de novembro de 2008

âncora



Desenho o meu catorze anos enquanto penso nele, nas suas preocupações, desde o bigode que nunca mais cresce ao estado do mundo. Não tenho todas as respostas de que ele precisa e ele pergunta tanto.
Abraça-se a mim. Eu sou a sua âncora, mesmo quando lhe digo que não sei. Algumas coisas ele terá de descobrir por si próprio.

3 comentários:

gballand disse...

Gostei do seu curto texto e da emoçao que se destaca dele.

Cristina GS disse...

E poderia ser de outro modo?

Maria N. disse...

Obrigada gballand.

Cristina, não pode mesmo ser de outro modo. Custa-me não ter respostas que satisfaçam as angústias dele e conforto-me ao lembrar-me que encontrar essas respostas fazem parte do crescimento dele.