terça-feira, 11 de novembro de 2008

é das tais coisas

que não fazem sentido nenhum. Quando a esquerda começar a levar a sério os direitos da mulher, nos quais, julgo eu, se inclui o direito de pensarem pela sua cabeça, devo parar de pensar pela minha cabeça.
 
«(...) Quando a questão dos direitos das mulheres deixar de ser um "fait divers" nas mesas de negociações políticas do mundo, e se começar a atender a essa questão ao mais alto nível da tomada de decisões.
Até essa reforma da esquerda acontecer, uma mulher deve pensar pela sua cabeça e votar pragmaticamente naqueles que em cada momento configurarem em discurso e acção a melhor forma de solucionarem as questões públicas. Mesmo assim... o que isto não custa, pois é mais fácil enfiar um barrete e pensar que estamos em marcha.»

Aqui
(o negrito é meu)

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