quarta-feira, 5 de novembro de 2008

a audácia da esperança


Barak Obama nos anos 60

Teve audácia e hoje foi eleito presidente dos EUA. É impossível não me permitir também a audácia da esperança quando leio no seu discurso:

«And to all those watching tonight from beyond our shores, from parliaments and palaces to those who are huddled around radios in the forgotten corners of our world – our stories are singular, but our destiny is shared, and a new dawn of American leadership is at hand. To those who would tear this world down – we will defeat you. To those who seek peace and security – we support you. And to all those who have wondered if America's beacon still burns as bright – tonight we proved once more that the true strength of our nation comes not from the might of our arms or the scale of our wealth, but from the enduring power of our ideals: democracy, liberty, opportunity, and unyielding hope.»


mas a realidade (essa velha cabra) depressa me bate à porta. Mas reservo sempre alguma esperança no dia em que os que o observam dos parlamentos e palácios deste lado do Atlântico, se sintam tão inspirados por Obama quanto os povos que governam e façam a sua parte na construção de um mundo melhor. Obama não poderá nunca fazê-lo sozinho.

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